Bicho sereia reaparece e aterroriza Praia da Lua
A primeira aparição da Sereia de Manaus aconteceu há mais de dois anos, e está documentada na reportagem da TV independente Chumbo Grosso, do jornalista Gil Mourão. O documentário está disponível no YouTube http://www.youtube.com/watch?v=dICCBKqbm1M e as fotos que você vai conferir nesta edição são reais. Especialistas em photoshop atestam à veracidade do fenômeno e descartam qualquer manipulação de laboratório. Mas o que ninguém esperava é que o fato se repetisse e dessa vez com nuances de agressividade e terror, envolvendo um rapaz de São Paulo que saiu de Manaus às pressas e em estado de choque. O cenário é novamente próximo a Praia da Lua, um balneário nas proximidades de Manaus onde tudo acontece. E muitas mortes por afogamento e/ou desaparecimento no rio Tarumã estão anotadas nas estatísticas da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e da Polícia Ambiental.
Tarumã e Praia da Lua assustados com o bicho
Em menos de um ano vários casos de mortes envolvendo turistas, moradores do rio Tarumã e banhistas não podem ser creditados como obra do acaso ou simples estatística. O cenário é novamente a Praia da Lua, um balneário nas proximidades de Manaus e o rio Tarumã onde tudo acontece. E muitas mortes por afogamento e/ou desaparecimento como o caso do empresário e das crianças do flutuante estão anotadas nas estatísticas da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e da Polícia Ambiental.
Piloto paulista de jet-ski atacado
Tudo aconteceu muito rapidamente nos feriados do fim de junho, quando meia Manaus desce o rio na direção de Parintins e a cidade fica sem fila nem agitação, propícia para o sossego de quem não tem nada a perder debaixo do Boi. Ou quem quer esquecer a liberação dos chifres onde a paixão se espalha em todas as toadas, direções e desvarios, sem governo e sem um pingo de vergonha. Robson Fujihara, 29 anos, paulista de Araçatuba e gerente de suprimentos de uma empresa americana de componentes, com sede em AlphaVille,município de Barueri, em São Paulo foi o personagem, central desta epopéia. Ele veio para a festa bovina e rompeu com a namorada em pleno porto de Manaus na hora de partir para a folia de Tupinambarana. Um quebra pau pra valer inspirado provavelmente na paranóia bovina e na pressuposição de que ninguém é de ninguém. E resolveu ficar em Manaus, que ele já conhece de outras viagens de trabalho entremeadas com muita agitação e transas. Ele costumava dizer a Mauricio Ramayana Rodrigues, 32 anos, seu principal cliente e parceiro de baladas nas noites tropicais da cidade: “Aqui não há pecado nem perdão, só muita tesão!”. Uma frase que traduz a atração e a empolgação dos paulistas pela cidade e sua gente.
Sereia ou Sereio?
Pois bem. Foi Maurício que recolheu Fujihara em estado de catatonia depois de ter sido puxado pelo estranho animal de cima de seu Jet ski no entardecer do dia 29 de junho passado. Ele conseguiu se livrar da fera, com quem se debateu alguns instantes, o suficiente para perceber que a havia machucado no pescoço e no ombro, segundo seu depoimento confuso e meio sem nexo, ouvido por Maurício e confirmado por vendedores locais e alguns banhistas, poucos, é verdade, já que ao entardecer daquele dia havia chovido e fazia frio em Manaus. “Ele não dizia nada com nada mas insistia em dizer que o bicho que o atacara, era um ser com traços de homem e de peixe”. Foi levado por Maurício e um de seus funcionários para o SPA do Novo Israel, o mais próximo do aeroporto, pois o rapaz tinha passagem para São Paulo na madrugada seguinte. Tomou uns sedativos e embarcou meio dopado para São Paulo. Esta semana, depois de pesquisar na Internet e descobrir a estória da TV Chumbo Grosso, ligou para o parceiro e disse que as fotos que vira na rede mundial de computadores era a da sereia ou do “sereio” que o havia atacado na Praia da Lua. “Ele está com medo de ser ridicularizado pela família e pelos amigos e nem de longe cogita conceder entrevista.
Comprovações científicas
As imagens a que Fujihara se refere - e que Maurício Rodrigues tratou de reproduzir da Internet e levar para os vendedores e freqüentadores da Praia da Lua - foram compiladas por um hacker que invadiu o I.I.B.D. (Internacional Institute of Biological Discoveries), responsável pela área de biologia da Organização das Nações Unidas, num desses departamentos que trata de seres exóticos e fenômenos que rompem com a Ciência e o senso comum. Lá existem várias comprovações da existência das sereias, ou de seres vivos com partes e membros que mesclam homem/mulher e peixe. Segundo informações divulgadas pelo hacker — que não foi identificado — após o Tsunami foi descoberto um ser marítimo semelhante a uma sereia. E a aparição da sereia em Manaus já tem lastro de depoimentos e comprovação neste Instituto. Especialistas tentam provar que o peixe-sereia tem parentesco com o ser humano. A sereia é uma espécie de homem adaptado a vida debaixo d’água durante os últimos milhões de anos.
Na Praia da Lua
Após a análise da fotografia, técnicos especialistas no tratamento de imagens confirmaram que a foto não possui defeito algum, ou seja, a textura em pixels ou bitmap é perfeita, além de não existirem falhas de edição. No momento, sete equipes foram designadas pelo organismo internacional para descobrir, dentre várias hipóteses, onde vive essa sereia e qual o grau de parentesco com o ser humano. Segundo testemunhas que presenciaram a primeira aparição desta criatura... ela é muito parecida com uma sereia e foi achada morta nas proximidades da Praia da Lua em Manaus. O vendedor ambulante José Augusto Azevedo foi quem viu o animal nas margens do rio e chamou a atenção de alguns banhistas que registraram o animal em fotografias. "Fui catar umas latinhas de cerveja nessa parte mais afastada e senti um fedor de coisa podre, quando olhei aquilo tomei um susto!" disse o vendedor. O ser possuía em sua parte superior a aparência humanóide, apesar da existência de guelras e escamas, e sua parte inferior é semelhante a cauda de um peixe.
Peixe ou nativo?
O animal foi levado ao INPA – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, e analisado pelo Dr. Ricardo Strubbi Nicorotti, especialista em animais aquáticos da região. Segundo ele, o ser estava morto há aproximadamente 4 dias, e devido ao seu estado de decomposição não foi possível aprofundar os estudos. O animal apresentava sinais de ferimento na cabeça e dorso, causados provavelmente por uma embarcação e que deve ter resultado na sua morte. Dr Ricardo afirma que essa pode ser uma espécie ainda não descoberta de um peixe exótico, ou ainda uma mutação causada pela poluição das águas na região. Não há um posicionamento definitivo a propósito do fato. A nova aparição para o paulista catatônico apenas reafirma a existência do ser exótico mas pouco avança na investigação de sua espécie e procedência.
Mitologia grega
Os gregos reservavam aos estudos das sereias um lugar de destaque de sua mitologia. Eles as consideravam filhas do Deus-Rio Aquelo e da Musa Melpómene. Eram dez as principais entidades desta espécie: Teles, Redne, Molpe, Texíone, Pisínoe, Agláope, Telxíope, Parténope, Leucósia e Lígia. Habitavam uma ilha perto do litoral meridional a oeste da Sicília. Eram meio-mulher meio peixe, e andavam/nadavam pelo mar na maior parte do dia. Sempre perseguindo a passagem das embarcações. Com seu belo canto atraiam os navios para os recifes, onde estavam fazendo-os naufragar para em seguida devorar seus marinheiros. Ulisses na Odisséia foi um dos poucos mitos que escapou de seus encantos e armadilhas, ordenado a seus soldados que o amarrassem nos mastros dos navios a fim de que ele, Ulisses, as pudesse ouvir, se encantar com sua música e sedução mas - por estar acorrentado – não lhes podia obedecer.