Castrou e matou o cão do patrão que engatou com sua mulher
SEXO BIZARRO
Castrou e matou o cão do patrão que engatou com sua mulher
Tudo aconteceu há duas semanas no KM 160 da BR 174, ramal do “Rumo Certo”, tudo a ver com o célebre slogan do senador Gilberto Mestrinho, que imortalizou suas campanhas, no sítio denominado Chaparral, de propriedade de José Carlos Marcondi Perreli, um paulistano de 47 anos, que pertence à safra que veio de São José do Rio Preto, que desembarcou no Amazonas na década de 80 e aqui veio para fazer fortuna. Ele é casado com uma sul matogrossense e é executivo de uma indústria do Pólo Industrial de Manaus, além de consultor do Governo do Estado do Amazonas. Considerado festeiro e popular, José Carlos costuma promover festa para seus amigos, especialmente para uma galera GLS que o considera um ídolo e defensor do movimento do Arco Íris. E é aí que aparece o personagem central dessa trama bizarra, um cão da raça Rottwailer chamado Bush, com 5 anos de idade, mais de 50k, foco de atração e sensação sexual da bicharada.
Adestramento sexual
O Rottwailer é um cão de porte médio, de origem alemã, que possui uma estrutura corporal robusta e musculosa. Apresenta invariavelmente a cor preta com manchas na cabeça, patas, pernas e tórax na cor ferrugem. Eles vivem, aproximadamente, de 10 a 12 anos, possuem muita força na mandíbula, e a mordida deste cão é extremamente poderosa. Esta raça caracteriza-se pela coragem, resistência e agilidade. São companheiros, obedientes e fiéis ao dono e ótimos como cães de guarda de residências ou empresas. Necessitam de ambientes amplos para desenvolverem atividades físicas e não gostam de permanecer presos ou acorrentados. São adestrados nos primeiros meses de vida e cumprem com rigor o que lhes é ensinado.
Homenagem ao outro cão americano
O nome Bush é o mesmo do presidente dos Estados Unidos, o mais sanguinário da história daquele país. José Carlos quis destacar a ferocidade do animal com o nome, mas acabou priorizando outra habilidade – a capacidade do animal em desenvolver e estimular jogos sexuais. E para isso foi rigorosamente adestrado. Segundo os mais chegados, o animal era fera na arte de “comer” homens e mulheres de cabeça feita dispostos a praticar desvarios sexuais.
Felação, sodomia e outras cachorradas
A cada festa se tornava mais e mais célebre a capacidade de Bush em contracenar ações de perversão sexual com humanos. Felação, sodomia, papai e mamãe, o animal era um devasso e cobiçado por muitos parceiros de ocasião nas verdadeiras orgias caninas no ramal do Rumo Certo. Muitas vezes Jose Carlos foi obrigado a mentir para evitar os convites promovidos pela fauna e flora de sua relação cotidiana. Todos queriam assistir e, mais do que isso, participar ativamente como voluntários na invasão do Iraque em sua versão do Chaparral no sitio do paulista, famoso por suas inclinações a determinadas perversões sexuais.
Viados, gatos e cachorros
Vanessa, um escriturário sisudo da SEPLAN, órgão de Planejamento do governo estadual, que atende pelo nome de Vinícius durante toda a semana e que se transforma numa doidivana liberal e devassa a partir da sexta-feira à noite, era a convidada de honra dos bacanais, a rigor da cachorrada, para ser mais preciso. Ela era a atração fatal de George Bush e usava todas as suas armas químicas para estimular todo tipo de invasão em seus domínios libidinosos. Bush entrava em transe com a intuição de sua chegada. Até que um dia...
Perversão e desvario
O sítio, já há alguns anos, ficava sob a responsabilidade do cearense de Sobral João Jorge do Carmo Dias, de 59 anos, já meio alquebrado pelos anos e uso excessivo de cigarro e manguaça 61, casado com Ivaneide Ferreira Dias, de apenas 30 anos. Eles vieram do município de Itapiranga, e trabalhavam com criação de galinhas, patos, porcos e plantação de mandioca e frutas, sempre com a orientação e respaldo de José Carlos, que invariavelmente chegava ao lugar na tarde/noite da sexta-feira, já com alguns convidados que costumavam desembarcar mesmo na manhã de sábado. O clima entrava em alfa à medida que as rodadas de caipirinha, vinho e cerveja começavam a circular e a espalhar libido e compulsão. O caseiro João não sabia das folias caninas já que não servia a parte de gastronomia e bebidas dos fins de semana, dias em que costumava se recolher bem cedo pela fadiga das obrigações cotidianas. Ivaneide, porém, já havia brechado as sessões de putaria canina e ficara imensamente perturbada. O espetáculo era de fato pra tirar qualquer um do sério pela excitação e desvario anotado entre os presentes...
Traído por um cão!
O cachorro já demonstrara suas inclinações de sexo sinistro desde que morava num dos condomínios de apartamento do Conjunto Morada do Sol. O cão Bush, pesando mais de 50k de euforia libidinosa, fôra levado para o sítio por causa do seu comportamento enxerido e compulsivo. Desde aí, ele já praticava estripulias na casa de José Carlos, segundo os funcionários do prédio. Esse currículo deve ter mexido com Ivaneide, que protagonizou a história a seguir. João Jorge, em plena segunda-feira, foi acometido de uma forte dor de cabeça por causa do sol excessivo e o excesso de manguaça na tarde de domingo, por isso retorna antes do horário para a casa. Para sua surpresa, decepção e revolta encontra sua Ivaneide engatada com o cão, reprisando a seu modo e com sua carência a mesma cena que costumava brechar em tantas folias a que assistiu. João não teve dúvida: pega o rifle calibre 44, o famoso papo-amarelo e descarrega toda a munição no animal. Depois corta o pinto do cão e dá para os porcos comerem. Enterra o animal e depois quebra sua Ivaneide de porrada. Na sexta-feira seguinte, José Carlos chegou desacompanhado e foi fazer uma vistoria nas tarefas da semana. Pra sua surpresa e desespero, Bush não existia mais. O salseiro foi armado, João e sua patroa foram demitidos e levados à Delegacia de Presidente Figueiredo, afinal, a festa acabou, o fogo sumiu e Bush brochou! E agora, José?
Novo Adestramento canino
Mesmo sem a companhia de Bush, a intenção do executivo é continuar a festa, para tanto apelando para quem tenha um cão parecido com Bush. Ele já colocou uma página na Internet visando encontrar pessoas que tenham as mesmas taras que ele e seus amigos. Não é novidade que em Manaus muitas pessoas gostam desse tipo de perversão, inclusive envolvendo um empresário bastante conhecido que tem um verdadeiro canil em sua casa e costuma masturbar seus cães por não querer vê-los engatados com fêmeas da mesma espécie. Aos interessados, ele avisa que podem participar cães de outras raças, como Pastor Alemão “Capa Preta”, enxerido que só ele, quando se trata do sexo feminino.
Costume antigo entre a raça humana
Zoofilia, do grego ζωον (zôon, "animal") e φιλία (filia, "amizade" ou "amor"), é uma parafilia definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais. Tais indivíduos são chamados zoófilos. Os termos zoossexual e zoossexualidade descrevem toda a gama de orientação humana/animal. Um outro termo, bestialidade, se refere ao ato sexual entre um humano e um animal não-humano (chamado a partir daqui apenas "animal"). Porém, são termos distintos: nem todo que pratica bestialidade tem atração por animais, e nem todo zoófilo pratica atividade zoossexual.
Enquanto a zoofilia é legal em alguns países, não é explicitamente aceita, e na maioria dos países atos sexuais com animais são ilegais, sob as leis de abuso animal e crueldade contra os animais, e menos comum, crime contra a natureza. O filósofo e autor Peter Singer, envolvido em vários movimentos pelos direitos dos animais, defende que a zoofilia não é antiético desde que não haja dano ou crueldade contra o animal, mas esta visão não é largamente compartilhada, pois a maioria defende que os animais, assim como as crianças, não são capazes de consentir emocionalmente tal ato.
Teorias Psicológicas
Algumas leituras da Psicologia, fundamentada na Teoria Freudiana, classificam a Zoofilia como um transtorno da sexualidade humana. A Classificação Internacional de Doenças (CID-10), na categoria F65.8 (Outros Transtornos de Ordem Sexual) aborda a bestialidade. Nas leituras tradicionais a zoofilia é considerada como uma perversão sexual humana, associando-a a transtornos neuróticos, rudez, insensibilidade e grosseria aliada à um bloqueio afetivo de amor a um parceiro humano.
As associações diretas entre a zoofilia e transtornos neuróticos referenciados no artigo citado devem ser vistos com alguma ponderação: vários outros transtornos mentais foram revistos ao longo da história da psicologia. De acordo com as teorias modernas a zoofilia poderia ser considerada como um transtorno mental se causar um enorme sofrimento humano à pessoa que a pratica. Há de se considerar, contudo, que as relações sexuais entre seres humanos e seres animais poderiam ser vistas como uma forma de abuso animal como citam algumas leituras. Em contrapartida é bem conhecido que muitos jovens chegam a manter relações sexuais com animais em sua adolescência sem que isso possa ter qualquer apelo dramático. Enquanto a zoofilia é legal em alguns países, não é explicitamente aceita, e na maioria dos países atos sexuais com animais são ilegais, sob as leis de abuso animal e crueldade contra os animais, e menos comum, crime contra a natureza.